(1)
Tudo que
é composto é impermanente.
(2) Todas
as emoções são dolorosas.
(Isso
é algo que só os buddhistas dizem. Muitas
religiões veneram sentimentos
como o amor e o celebram em suas canções. Os
buddhistas pensam que
"essas coisas são todas sofrimento.)"
(3)
Os fenômenos são desprovidos de uma natureza
dotada de existência intrínseca.
Aqui
temos a visão última do budismo. Os outros
três selos, na realidade, se assentam neste terceiro.
(4)
O quarto é o nirvana está adiante dos extremos.
Sem
esses quatro selos o caminho buddhista passa a ser teísta,
um dogma
religioso, e a própria finalidade do budismo se perde.
Poderia ocorrer
uma situação em que uma pessoa louca estivesse
dando ensinamentos sobre
como ficar sentado numa praia assistindo ao pôr-do-sol. Se
por acaso
esses quatro selos também estivessem presentes, os
ensinamentos seriam, necessariamente, budistas. Talvez eles desagradem
aos tibetanos,
chineses ou
japoneses, mas
não
precisam aparecer dentro de um formato
tradicional para
serem budistas.
Sutra
do
Coração

Os
quatro selos do Dharma