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 De 2005 até 2008 postei vários textos no blog sobre Budismo Vajrayana.
Meus tópicos ou textos escolhidos estou postanto aqui no
site com algumas alterações e atualizações.
Boa leitura.  Figueiredo.om - Tashi delek !!


figueiredo.om @budismovirtual.com


Os quatro selos do Dharma
       Há quatro selos que distinguem o budismo. Se encontramos todas essas quatro visões em uma filosofia ou caminho esse caminho poderá ser considerado o caminho do Buddha. Por isso são chamados Os Quatro Selos do Dharma.

   Esses quatro selos são:

(1) Tudo que é composto é impermanente.
(2) Todas as emoções são dolorosas.

(Isso é algo que só os buddhistas dizem. Muitas religiões veneram sentimentos como o amor e o celebram em suas canções. Os buddhistas pensam que "essas coisas são todas sofrimento.)"
(3) Os fenômenos são desprovidos de uma natureza dotada de existência intrínseca.
Aqui temos a visão última do budismo. Os outros três selos, na realidade, se assentam neste terceiro.
(4) O quarto é o nirvana está adiante dos extremos.
Sem esses quatro selos o caminho buddhista passa a ser teísta, um dogma religioso, e a própria finalidade do budismo se perde. Poderia ocorrer uma situação em que uma pessoa louca estivesse dando ensinamentos sobre como ficar sentado numa praia assistindo ao pôr-do-sol. Se por acaso esses quatro selos também estivessem presentes, os ensinamentos seriam, necessariamente, budistas. Talvez eles desagradem aos tibetanos, chineses ou japoneses, mas não precisam aparecer dentro de um formato tradicional para serem budistas
.


Sutra do Coração

    Neste sutra, o bodisatva da compaixão (Avalokiteshvara) descreve a vacuidade
    O bodisatva faz a conhecida afirmação de que "forma é vacuidade, vacuidade é forma" e declara que também os skandhas (os cinco agregados da existência humana) são eles próprios vazios.
A seguir Avalokiteshvara nega a verdade de todos os ensinamentos budistas fundamentais, novamente como uma alusão aos dois tipos de verdade (realidade convencional e realidade absoluta).  Sem o vazio, não há forma. Sem forma, não há o vazio.
É como a lua e o brilho da lua — do princípio ao fim, ambos são

indissociáveis. (Shunyata) a Shariputra por meio de uma metáfora para a Originação dependente e as Duas verdades.
 



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