Vajrayana ou Budismo Tântrico, foi
descrito no
século
passado como a parte mais
atrasada no desenvolvimento e na evolução do
pensamento budista, na
visão de pensadores ocidentais.
Na época, entendiam o budismo mais conhecido (Theravada, etc.), vendo o Buda como o Cristo do Leste que ensina uma mensagem essencialmente moral, mas quando confrontado com um sistema de conhecimento e de prática que engloba todos os elementos mágicos e ocultos que o racionalismo ocidental tinha rejeitado havia séculos, poderia somente explicá-lo como algo degenerado dos ensinamentos.
Certamente, se alguma coisa restou da invasão e da opressão Chinesa sobre o povo tibetano, foi que esse país exilou, tanto na Índia quanto nos países ocidentais, Lamas (professores) tibetanos, e incentivou-os a espalhar sua tradição entre leigos e estudiosos. O tantra Vajrayana diverge muito do tantra indiano. A prática de Vajrayana manipula a força vital com a mente, a concentração e a visualização de deidades.
Em seu livro "Magic and Mystery in Tibet", a escritora Alexandra David-Neel, popularizou histórias dos iogues tibetanos que, no meio do inverno, secam folhas geladas com seus corpos despidos. Gestos e posturas simbólicas, amor e paixão na arte budista tântrica, o "Bardo" ou
estado
intermediário, tudo visto por leigos como mantra
secreto.
Ciclo da
existência Insatisfatória
Quando Budha atingiu a iluminação, ele pensou que seria difícil alguém acreditar no que ele havia descoberto sobre a natureza da realidade e sobre a capacidade humana para a liberdade e o despertar espiritual.
O primeiro ensinamento do Budha não foi sobre a bem-aventurança.
A primeira coisa que ele ensinou foi a realidade do sofrimento. Primeiro reconheçam a realidade do sofrimento.Budha disse que existem quatro tipos de sofrimento.
O primeiro o "sofrimento do sofrimento", é o sofrimento aparente, físico ou mental. A doença e a dor física são sofrimentos aparentes. Existem também os sofrimentos mentais da ansiedade, do medo e da infelicidade.O primeiro ensinamento de Budha em Sarnath foi sobre os sofrimentos aparentes da doença, da velhice, da morte e as muitas variações do desapontamento sobre as quais tendemos a pensar que estamos imunes. Mas é somente a ponta do iceberg do sofrimento.
A análise resulta na tese de que sofremos porque nos identificamos ou "nos apegamos intimamente" aos constituintes da nossa identidade pessoal: "Este é meu corpo, estes são meus desejos, meus pensamentos, minhas ambições, meus medos; isto sou eu."Compreenda a
natureza da sua própria
mente e identidade, investigue a natureza do seu próprio
corpo e, com a espada do insight, corte a raiz do sofrimento
.
Visão,
Meditação e Ação
Compreender a impermanência é de extrema importância dentro do contexto budista. Assim como as quatro nobres verdades são reconhecidas por todas as escolas budistas, a impermanência é um ensinamento presente em todas as linhagens.Basicamente, todos os fenômenos são impermanentes.
Entenda-se por fenômeno qualquer idéia de existência, seja de um eu, de um outro, de um objeto, de uma experiência. Os fenômenos são impermanentes devido à sua natureza composta, ou seja, existem a partir de causas e condições. Quando as causas e condições cessam, o fenômeno cessa também.Sem o passado e o futuro, o presente não existe. Se o momento presente se tornasse permanente, não
haveria futuro, pois o presente estaria sempre aqui.
Tudo que podemos fazer tem um começo, meio e
fim.
Na época, entendiam o budismo mais conhecido (Theravada, etc.), vendo o Buda como o Cristo do Leste que ensina uma mensagem essencialmente moral, mas quando confrontado com um sistema de conhecimento e de prática que engloba todos os elementos mágicos e ocultos que o racionalismo ocidental tinha rejeitado havia séculos, poderia somente explicá-lo como algo degenerado dos ensinamentos.
Certamente, se alguma coisa restou da invasão e da opressão Chinesa sobre o povo tibetano, foi que esse país exilou, tanto na Índia quanto nos países ocidentais, Lamas (professores) tibetanos, e incentivou-os a espalhar sua tradição entre leigos e estudiosos. O tantra Vajrayana diverge muito do tantra indiano. A prática de Vajrayana manipula a força vital com a mente, a concentração e a visualização de deidades.
Em seu livro "Magic and Mystery in Tibet", a escritora Alexandra David-Neel, popularizou histórias dos iogues tibetanos que, no meio do inverno, secam folhas geladas com seus corpos despidos. Gestos e posturas simbólicas, amor e paixão na arte budista tântrica, o "Bardo" ou
Ciclo da
existência Insatisfatória
Quando Budha atingiu a iluminação, ele pensou que seria difícil alguém acreditar no que ele havia descoberto sobre a natureza da realidade e sobre a capacidade humana para a liberdade e o despertar espiritual.
O primeiro ensinamento do Budha não foi sobre a bem-aventurança.
A primeira coisa que ele ensinou foi a realidade do sofrimento. Primeiro reconheçam a realidade do sofrimento.Budha disse que existem quatro tipos de sofrimento.
O primeiro o "sofrimento do sofrimento", é o sofrimento aparente, físico ou mental. A doença e a dor física são sofrimentos aparentes. Existem também os sofrimentos mentais da ansiedade, do medo e da infelicidade.O primeiro ensinamento de Budha em Sarnath foi sobre os sofrimentos aparentes da doença, da velhice, da morte e as muitas variações do desapontamento sobre as quais tendemos a pensar que estamos imunes. Mas é somente a ponta do iceberg do sofrimento.
A análise resulta na tese de que sofremos porque nos identificamos ou "nos apegamos intimamente" aos constituintes da nossa identidade pessoal: "Este é meu corpo, estes são meus desejos, meus pensamentos, minhas ambições, meus medos; isto sou eu."Compreenda a
Visão,
Meditação e Ação Compreender a impermanência é de extrema importância dentro do contexto budista. Assim como as quatro nobres verdades são reconhecidas por todas as escolas budistas, a impermanência é um ensinamento presente em todas as linhagens.Basicamente, todos os fenômenos são impermanentes.
Entenda-se por fenômeno qualquer idéia de existência, seja de um eu, de um outro, de um objeto, de uma experiência. Os fenômenos são impermanentes devido à sua natureza composta, ou seja, existem a partir de causas e condições. Quando as causas e condições cessam, o fenômeno cessa também.Sem o passado e o futuro, o presente não existe. Se o momento presente se tornasse permanente, não


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